cartaz CALL 3 JULHO

Encontra-se aberta, até 3 de Julho, a chamada de comunicações para as 2.as Jornadas de Documentação e Representação Digital de Bens Culturais.

Para mais informações, consulte a página oficial.

 

O Tribunal Central Administrativo Sul deu razão ao recurso da Associação do Património e da População de Alfama (APPA) e determinou a não demolição dos edifícios previstos para a construção do Museu Judaico de Lisboa. A APPA teve o apoio do FÓRUM DO PATRIMÓNIO e do ICOMOS Portugal.

Consulte, aqui, o comunicado da Associação do Património e da População de Alfama.

 

FAUP MI Eventos Conferencia ICOMOS A3 RGB 01

O ICOMOS Portugal, o International Committee on Interpretation and Presentation of Cultural Heritage Sites (ICIP) e o International Committee on Archaeological Heritage Management (ICAHM) em parceria com o Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (CEAU-FAUP)e as Direções Regionais de Cultura do Alentejo e do Norte, organiza o Debate e Workshop 'A paisagem rural como património cultural e a gestão dos sítios arqueológicos públicos - novas cartas do ICOMOS'.

Manhã (conferência/debate) - Entrada livre
Tarde (workshop) - Ferramentas digitais para o estudo e gestão do património e da paisagem: Introdução aos S.I.G. e acesso a informação geográfica digital) - Estudantes UP e membros das entidades parceiras: 20€. Outros participantes: 30€

22 de Junho de 2018, 10h30-18h00, FAUP

Para informações sobre inscrições, consulte a página da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto

 

A Comissão Portuguesa do ICOMOS-Portugal desde longa data que vem alertando para os perigos que certos projectos urbanísticos ou práticas desajustadas de intervenção no edificado histórico podem ter na cidade do Porto classificada como Património Mundial. É de 2013 o primeiro encontro realizado sobre esta temática e a visualização deste video torna-se particularmente importante neste momento:

faro

(Farol da Foz do Douro)

 

O ICOMOS actua nas áreas da conservação e da protecção dos sítios património cultural. É a única organização não-governamental global deste género que se dedica à promoção da teoria, metodologia e técnicas científicas para a conservação do património arquitectónico e arqueológico. O seu trabalho baseia-se nos princípios consagrados na “Carta Internacional para a Conservação e Restauro de Monumentos e Sítios” (Carta de Veneza, 1964).

O ICOMOS é também uma rede de especialistas que beneficiam da troca interdisciplinar incluindo-se, entre os seus membros, arquitectos, historiadores, historiadores de arte, arqueólogos, geógrafos, antropólogos, engenheiros e urbanistas.

Os membros do ICOMOS contribuem assim para a sensibilização e salvaguarda do património cultural, nomeadamente através do estabelecimento de normas e estudo de técnicas adaptadas a cada tipo de bem como edifícios, sítios arqueológicos, cidades históricas e paisagens culturais.

 

Rio Douro

 

Apresentamos a Declaração de Sintra (Novembro de 2017) sobre a Avaliação de Impactes no Património Mundial tendo por base as Orientações do ICOMOS, a qual foi emitida na sequência do encontro realizado pela Associação Portuguesa de Avaliação de Impactes, em parceria com o ICOMOS-Portugual e a Parques de Sintra - Monte da Lua, SA.

 

Guimaraes Couros

 

A Comissão Nacional Portuguesa do ICOMOS enviou à Câmara Municipal de Guimarães um parecer sobre a proposta de alargamento da área classificada para a Zona de Couros e o projecto de Parque de Estacionamento na mesma área. Pode consultar, aqui, o Parecer.

 

O projecto do Gasoduto Celorico-Vale de Frades interligação transfronteiriça da Rede Nacional de Transporte de gás natural, promovido pela REN – Gasodutos, SA, atravessa o Alto Douro Vinhateiro, bem inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO, na sua zona limite, junto ao Monte Meão, bem como uma área considerável da Zona Especial de Protecção nos concelhos de Mêda, Vila Nova de Foz Côa, Vila Flor, Torre de Moncorvo e Alfândega da Fé. Aplicando-se as mesmas regras de gestão do bem classificado à referida ZEP, o ICOMOS PT considera que este projecto constitui uma agressão ao bem, devendo ser procurado um traçado alternativo fora da Região Demarcada do Douro. Note-se ainda que o traçado que está em avaliação atravessa o Vale da Vilariça, com singular importância ao nível da paisagem agrícola e do património cultural, bem como outras zonas naturais protegidas.

Por outro lado, o Estado Português está obrigado a comunicar à UNESCO qualquer intenção de alteração dentro da área classificada, tratando-se, para além disso, de um projecto a financiar pela UE, visto que representa uma modificação significativa dos valores paisagísticos e culturais em presença, incompatíveis com a construção deste equipamento.

Lisboa, 14 de Julho de 2017

Faça download do documento original e a recente notícia no jornal Público.

rocha 2 Piscos web

O acto de vandalismo ocorrido na rocha nº 2 da Ribeira de Piscos situada no Parque Arqueológico do Côa - Património da Humanidade, surge na sequência da falta de resolução de diversos problemas que se arrastam desde que foi criada a Côa Parque — Fundação para a Salvaguarda e Valorização do Vale do Côa em 2011. Neste sentido, o ICOMOS–Portugal comunicou ao ICOMOS-Internacional e à Comissão Nacional da UNESCO o sucedido, bem como solicitou ao Exmº Senhor Ministro da Cultura que, com carácter de urgência, providencie a reposição da vigilância no Parque.

Na sequência destas iniciativas foi elaborado o Comunicado de Imprensa que pode, aqui, consultar.